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SME apresenta plano de ação para a Educação Inclusiva na Rede Municipal em audiência pública

 
 
A Secretaria Municipal da Educação (SME) apresentou, na manhã de hoje (15), em audiência pública, o plano de ação para desenvolvimento da Educação Inclusiva na Rede Municipal de Ensino de Fortaleza em 2019. A audiência foi promovida pelo Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da 14ª Promotoria de Justiça de Fortaleza. Na ocasião, a SME foi representada por Vivian Almada, supervisora do Núcleo de Educação Inclusiva e Diversidade.
 
Durante a apresentação do plano de ação, Vivian apontou as principais ações do município destacando a formação continuada dos profissionais com foco na qualidade das ações inclusivas. “Nossa meta no Plano de Educação Inclusiva é investir na formação continuada dos profissionais, pois as escolas da Rede Municipal trabalham para o desenvolvimento de todos os alunos, que devem participar ativamente das atividades propostas dentro do contexto escolar”, explica a supervisora. 
 
Ressaltou ainda a importância da articulação intersetorial (Educação, Saúde e Assistência Social) para o amplo atendimento dos estudantes da Rede de Ensino; a implantação de três polos para pessoas com surdez, no segundo semestre deste ano; e a ampliação das salas de recursos multifuncionais, garantindo assim o atendimento educacional especializado. Atualmente, Fortaleza conta com 170 salas multifuncionais, localizadas em escolas polos, que atendem também as unidades adjacentes. Até o final deste ano, serão abertas mais nove salas. 
 
Para a promotora de Justiça Elizabeth Almeida, “a apresentação do projeto demonstra o compromisso público do município com a inclusão social”.
 
Como encaminhamento, ficou designada a realização de nova audiência pública agendada para o dia 21 de fevereiro de 2020, a fim de que o município apresente os resultados de 2019 e um novo plano de ação para 2020.
 
Além da SME e do MPCE, também estiveram presentes o coordenador especial de Pessoas com Deficiência do município de Fortaleza e da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil – Secção Ceará (OAB/CE), Emerson Damasceno, mães de alunos, professores da Rede Municipal de Ensino, representantes da comunidade surda e da Universidade Federal do Ceará (UFC).