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Profissionais de 148 unidades da Rede Municipal participam de oficina sobre o combate ao trabalho infantil

 
 
 
 
Profissionais de 148 escolas da Rede Municipal de Ensino participaram, na manhã desta segunda-feira (11/03), da V Oficina Municipal do Programa de Educação contra a Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Peteca), realizada pelo Ministério Público do Trabalho no Ceará (MPT - CE). 
 
Como parte das ações do projeto Resgate à Infância, a capacitação foi coordenada pelo procurador do trabalho, Antônio de Oliveira Lima, com o apoio de servidores do MPT, de técnicos da SME e dos Distritos de Educação de Fortaleza. Neste ano, houve um crescimento de mais de 50% do total de escolas que aderiram ao projeto, quando comparado com os dados de 2018.
 
A oficina teve por objetivo abordar temas relacionados ao enfrentamento do trabalho infantil, além da elaboração de planos de ação a serem implementados nas escolas. Os participantes discutiram ações pedagógicas sobre eixos temáticos como o que é trabalho infantil; por que a criança não deve trabalhar; principais formas de trabalho infantil; entre outros.
 
O secretário adjunto da Educação, Jefferson Maia, participou da abertura e comentou sobre as estratégias da Rede Municipal para fortalecer o papel da escola na prevenção e combate aos casos de trabalho infantil. “Durante toda a edição do Peteca, temos adotado um direcionamento de política assertiva de identificação, intervenção e combate à exploração do trabalho infantil”, detalha.
 
De acordo com Jefferson, o trabalho diário da SME é focado na garantia de que todas as crianças matriculadas na Rede frequentem a escola. “Uma das políticas públicas prioritárias é monitorar e intervir nos casos de alunos que faltem aula. Temos também um trabalho de busca ativa, onde identificamos as crianças que estão fora da escola para reinseri-las no ambiente escolar”, explica o secretário.
 
O objetivo da oficina é criar estratégias, a partir do eixo "educação", para mobilizar e sensibilizar a sociedade acerca da identificação de crianças e adolescentes em situação de trabalho precoce. A proposta é também que estas crianças e adolescentes, entre 12 e 14 anos, participem de projetos de convivência que fortalecem os vínculos e que promovem a cultura e o esporte.