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IV Seminário de Experiências Educacionais Inclusivas discute desafios da escola e do professor no acolhimento das diferenças

 

 

 

  
 
A Secretaria Municipal da Educação (SME) promoveu durante esta quinta-feira (14/12) o IV Seminário de Experiências Educacionais Inclusivas da Rede Municipal de Ensino. O evento, que aconteceu no Centro Universitário 7 de Setembro (UNI7), contou com mostra de experiências exitosas de professores de Fortaleza e ciclo de palestras sobre a importância da Gestão Inclusiva, Neuroeducação e Psicomotricidade Relacional na perspectiva da  Educação Inclusiva.
 
De acordo com a supervisora do Núcleo de Educação Inclusiva e Diversidade da SME, Vivian Salmito, o Seminário foi um momento para privilegiar as ações inclusivas desenvolvidas na rede municipal de ensino. “O nosso objetivo é compartilhar e valorizar a riqueza de experiências que acontecem em nossas escolas, no contexto do Atedimento Educacional Especializado (AEE), em articulação com todos da comunidade escolar. Aqui foram apresentados trabalhos pelo professor das salas comuns, professores do AEE, psicomotricistas relacionais, coordenadores pedagógicos e diretores”, explica.

A abertura do evento contou com a apresentações artísticas realizadas pelos alunos. João Pedro Rodrigues da Silva, 6º ano da Escola Municipal Raimunda Félix de Alcântara tocou violino, em seguida tivemos teatro, com a participação dos alunos do Infantil V do CEI Padre Marcelinho Zanella,  representando “As aventuras de Bambolina”, e as palestra “Os Desafios da Gestão e Organização da Escola para a Inclusão” com Dra. Selene Penaforte, “A Natureza dos Pensamentos”, com Alex Viana, Diretor na ETI José Carvalho e “A Contribuição da Neuroeducação na Educação Inclusiva”, com a Mestre Maria Auxiliadora Paiva Rodrigues.

Entre as palestrantes do dia, a psicomotricista e diretora do Centro Internacional de Análise Relacional (CIAR), Isabel Bellaguarda, tratou sobre o tema psicomotricidade relacional e os desafios do professor na educação inclusiva. “Na atualidade tem sido exigido das pessoas um comportamento mais proativo e equilibrado, ao mesmo tempo em que as exigências vêm dentro de um contexto de incertezas, estresses, angústias e ansiedades. A psicomotricidade quer inserir na escola ações que deem vazão a essas sensações, regulando emoções, ressignificando sentimentos e proporcionando equilíbrio ao ambiente educacional, especialmente para quem trabalhará com o atendimento de alunos que demandam saberes e cuidados mais específicos”, pontuou Isabel.

Durante o evento, os alunos Fabiana, Arthur Bruno, Ruan e Pedro Henrique da Escola Municipal Santos Dumont fizeram uma apresentação musical com instrumentos de sopro e cordas. Eles são os alunos do AEE que fazem parte do projeto de música da unidade, acompanhados pelo professor de Artes, Rodrigo Fernandes; pelo aluno do curso de música da Universidade Federal do Ceará (UFC) e que contribui com o projeto pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), Luís Belizário; e pela professora do AEE na unidade, Lúcia Gomes.

“Aqui estamos falando sobre inclusão e eles estão aqui para se apresentar. E eles participam de um projeto junto a todos os outros alunos que também têm desenvolvido aptidões como ritmo, leituras de cifras e pesquisa, o que contribui para a educação deles. O desenvolvimento de um trabalho em parceria com profissionais de diversas áreas é bastante satisfatório na inclusão e desenvolvimento dos estudantes”, aponta a professora Lúcia Gomes.
 
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